cobrindo meu corpo nu
durante o tempo livre que nós criávamos
palavras que, pra mim, não tinham
credibilidade
pelo costume, pela lógica que aprendi
nos cortes, na dor que se agarra
aos ossos
e te consome
promessas que eu acolho
não por inocência, não por esperança:
só pra sorrir um pouco.
2 comentários:
sorrisos de canto de boca, olha que chegam a fazer covinhas.
A parte mais cruel é q mesmo sabendo q agente não deve acreditar nessas promessas, uma parte lá no fundo sempre se enche de esperança.
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