perdido no tempo, eu achei o que procurava
aquelas palavras macias
as mentiras e o carinho
escondidas por aí,
fui juntando
peça por peça do que um dia era inteiro
num dia tão longe,
há tantos frios
que já se derreteram nesse calor
o calor que é externo
o sol que não chega aí
há tantas imagens que
coloriram a velha
que me voltam ao abrir a gaveta
e que eu tento esconder, bêbada,
pra não achar nunca mais
para no verte tanto, para no verte siempre.
2 comentários:
uma ode às cinzas.
sobre o outro blog, eu o deletei porque deixei de gostar dele...acho q daqui a pouco eu faço outro mais legal, assim q eu voltar a escrever. ultimamente não tenho escrito nada que presta
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