no chão do meu quarto há
um rosto, rindo
estupidamente
e sem parar
esse rosto se
repete
na janela, na parede, no teto, na
maçaneta da porta,
no meu travesseiro,
por todos os lados
SEM ME DEIXAR EM PAZ
aquele desconforto, os bonequinhos
divididos em dois times:
o que foge, sempre,
e o que acha que agora vale a pena esperar
aquele desconforto
que me deixou inquieta o dia todo,
misturando conversas e detalhes
talvez... a teoria continua inacabada
e se...
dessa vez eu não sei.
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